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  SE INSPIRE EM ALGUÉM E DESENVOLVA O SEU PRÓPRIO ESTILO Não nos faltam exemplos de grandes oradores na televisão, na política, no trabalho. Talvez neste momento algumas figuras tenham passado pela sua cabeça e é importante observar e aprender com aqueles que admiramos. Mais importante ainda é usá-los como inspiração e não querer copiá-los porque aqui o objetivo é desenvolver naturalmente o seu estilo individual, aquilo que te torna único. Se você é uma pessoa séria, analítica, centrada, não tente ser brincalhão, pois pode soar falso e o que você diz pode perder a credibilidade.   PREPARE UMA ABERTURA DE IMPACTO Ao início de uma apresentação a mente das pessoas geralmente está um caos. Algumas acabaram de chegar ao ambiente, outras ainda estão pensando sobre a ultima tarefa que fizeram, outras tantas mexendo no celular. Uma boa abertura desliga os pensamentos secundários do público e coloca o foco em você.   VARIE SEU TOM DE VOZ Nem alto demais, nem baixo demais, nem no meio termo: o tom de voz deve variar conforme a ênfase que você quer dar ao assunto tratado. É comum se manter num único tom de voz ao falar por períodos mais longos. A habilidade de variar vem com a prática, apresentação após apresentação. Uma dica: ao falar de problemas, fale alto. Ao trazer a solução, fale baixo.   DÊ RELEVÂNCIA AO QUE VOCÊ DIZ Lembre-se de que o especialista é você. Ao dizer que algo é importante, explique o porquê disto. Ao conduzir uma dinâmica ou apresentar uma nova ideia, explique antes qual a relevância daquilo. Essa técnica gera maior credibilidade ao palestrante.   INTERAJA COM O PÚBLICO Uma boa apresentação não é um monólogo. Faça perguntas ao seu público, conduza de forma que todos na sala se sintam parte da experiência e não apenas coadjuvantes. Além de gerar credibilidade e sintonia com o público você ainda alivia a pressão de seguir um roteiro engessado.   FAÇA UM FECHAMENTO DE IMPACTO Mais uma vez é hora de dar credibilidade ao que foi dito. Revise rapidamente o que foi dito na apresentação e pontue a importância de cada tema abordado. Conclua com uma frase ou dinâmica que reforce o valor do que foi dito. Dica: nunca termine com frases como “é isso que eu tinha para falar”, “isso foi um pouco do meu trabalho”, “espero que tenham gostado”. Este tipo de colocação desvaloriza o que foi dito e passa insegurança sobre o conteúdo.

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As âncoras servem para que nossas emoções não fiquem à deriva. Utilizamos âncoras conscientes e inconscientes a todo momento. Para que você possa entender melhor, vamos fazer uma analogia com um barco. Esse tipo de transporte navega livremente em mar aberto e se desloca pela água. Vai em direção ao seu destino. Se em algum momento, sua âncora é lançada ao mar, isso reduz sua velocidade. Em nós, essa ferramenta dispara um comportamento ou uma sensação. Sob o ponto de vista científico, uma âncora é uma relação estimulo- resposta ( Pavlov) ou uma relação causa e efeito. Vamos explicar a origem das âncoras com base na psicologia comportamental: O condicionamento clássico (ou condicionamento pavloviano ou condicionamento respondente) é um processo que descreve a génese e a modificação de alguns comportamentos com base nos efeitos do binómio estímulo-resposta sobre o sistema nervoso central dos seres vivos. O termo condicionamento clássico encontra-se historicamente vinculado à "psicologia da aprendizagem" ou ao "comportamentalismo" (Behaviorismo) de John B. Watson, Ivan Pavlov e Frederic Skinner. A experiência que elucidou a existência do condicionamento clássico envolveu a salivação condicionada dos cães do fisiólogo russo Ivan Pavlov. Num estudo sobre a ação de enzimas no estômago dos animais (que lhe dera um Prémio Nobel), interessou-se pela salivação que surgia nos cães sem a presença da comida. Pavlov queria elucidar como os reflexos condicionados eram adquiridos. Os cães salivam naturalmente por comida. Dessa forma, Pavlov chamou à correlação entre o estímulo incondicionado (comida) e a resposta incondicionado (salivação) de reflexo incondicionado. As âncoras, portanto, podem ser estabelecidas em todos os sistemas representacionais e controlam estados emocionais. Por exemplo, o nosso nome é uma âncora auditiva ou visual. O sinal vermelho é uma ancora visual, música, perfume, propaganda, um gesto de socar o ar, cheiro de hospital, gosto de café são âncoras cinestésicas. Como as âncoras correspondem a qualquer relação estímulo resposta, devemos ter atenção e avaliarmos nossas âncoras negativas ou positivas. Uma pessoa é incapaz de voar em um avião porque em algum momento teve uma experiência negativa, incapacidade de ter uma relação estável, porque sofreu em uma relação anterior. Uma mulher que, ao utilizar salto alto, se sente mais segura. Um lugar da casa em que você se sente bem, esportista que utiliza um gesto para sentir-se mais motivado, uma música que ao ouvir traz felicidade, frase que te deixa feliz ou objeto que, ao segurá-lo, de trás a sensação de segurança. Percebem como utilizamos âncoras a todo momento? Pense nas âncoras que você utiliza em sua vida. Cuidados com as negativas e potencialize as positivas.  

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O segredo do sucesso das empresas não está em renovar inteiramente a estrutura da organização, mas sim, em reprogramar de dentro para fora sua forma de pensar e suas atitudes. A Programação Neurolinguística, mais conhecida como PNL, surgiu na década de 70, tendo como precursores Richard Bandler e John Grinder, e nos permite reprogramar nossa maneira de pensar. Bandler estudava matemática na universidade da Califórnia, em Santa Cruz, porém ele dedicava a maior parte do tempo para estudar computação. Mais tarde resolveu estudar Psicologia, inspirado por um amigo de família que conhecia vários terapeutas em destaque na época. Ele descobriu, após acompanhar mais detalhadamente o trabalho de alguns destes terapeutas, que copiando e reproduzindo seus padrões de comportamento era possível conseguir resultados positivos mesmo sem possuir uma qualificação como terapeuta. Também foi constatado que a mudança poderia ser gerada de forma rápida. Grinder era professor de Linguística e possuía grandes habilidades. Seu interesse em Psicologia estava alinhado com o pressuposto básico da sua área de atuação, o de revelar o caminho oculto percorrido entre o pensamento e a ação. Ambos tinham conhecimento em Psicologia, Linguística, Neurologia, dentre outros assuntos relacionados ao comportamento humano. Bandler com seu conhecimento em computação e experiência em copiar padrões de comportamento e Grinder com suas habilidades linguísticas decidiram fazer uma parceria para desenvolverem uma estratégia que pudesse resultar em mudanças. O nome Programação Neurolinguística é derivado de três partes: a Programação (computação por parte de Bandler), que seria uma espécie de software mental, a maneira como organizamos nossos pensamentos e ações para a produção de resultados. A Linguística (por parte de Grinder) referindo-se à linguagem para estruturarmos nosso comportamento e comunicação com as pessoas. Neuro é referente à parte cerebral, podemos dizer que é o hardware que irá “rodar” o programa e permitir que a linguagem funcione, respondendo aos nossos processos neurológicos e como representamos o mundo através dos cinco sentidos. O mecanismo primário de perceber o mundo são os nossos sentidos. Ao elaborar a representação final de um evento, o cérebro sofre a influência do estilo de percepção do indivíduo e privilegia um dos canais - visual, auditivo, cinestésico, olfativo ou gustativo. O grande diferencial dos criadores da PNL em face de outros estudiosos de Psicologia da época foi a busca pela essência da mudança. Eles perceberam que pessoas com traumas, fobias, dentre outras dificuldades, relatavam seus problemas como se estivessem vivenciando naquele mesmo instante a situação. Já aquelas que haviam superado relatavam como se a experiência tivesse ocorrido com outra pessoa. Essa descoberta simples e ao mesmo tempo profunda indicava que a maneira como pensamos sobre a situação influencia na forma como vamos reagir, tornando-se um importante conceito para a PNL. Bandler e Grinder estudaram diversos profissionais que eram capazes de gerar mudanças significativas em seus clientes para tentar descobrir quais eram as estratégias. Esse método usado por eles foi destacado como “modelagem”. Se alguém pode fazer determinado trabalho e conseguir resultados satisfatórios, então basta conhecer o “como” fazem para que outra pessoa também possa fazer. Essa ideia foi a base para uma investigação detalhada de três grandes nomes em geração de mudanças no comportamento humano: o psiquiatra alemão Fritz Perls, criador da Gestalt-Terapia, a terapeuta Virginia Satir, considerada uma das figuras mais importantes em métodos de terapia familiar, e Milton H. Erickson, reconhecido como o maior hipnotizador do mundo. Dentre as várias definições de PNL, podemos resumir as seguintes:

  • Manual de uso do cérebro.
  • Um enfoque revolucionário de comunicação.
  • Neurologia, comunicação e comportamento.
  • Modificação da versão de software mental.
  • Mudar o que a pessoa sente através de palavras.
  • Dar às pessoas maior controle sobre sua mente.
  • Uma metodologia que ajuda os indivíduos a serem mais competentes no que fazem.
Espero que tenha te ajudado! Deixe seus comentários que teremos um prazer em responder.  

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Passamos a maior parte do tempo em um estado estável, fazendo as coisas da mesma forma dia após dia. Nossa estrutura cerebral nos empurra para esta rotina, pois assim nos sentimentos confortáveis e emocionalmente seguros. Algumas pessoas pensam que a zona de conforto é composta somente por situações agradáveis, que nos geram sentimentos de prazer e felicidade, mas isso não é verdade. Ao contrário do que alguns pensam, a zona de conforto é composta por todas as situações que estamos acostumadas, sejam elas boas ou ruins. Ao longo da vida surgem diversas oportunidades nas quais abrimos mão pelo receio de abandonarmos nossa zona de conforto e pelo medo de enfrentar o novo. A fronteira da zona de conforto é como uma barreira psicológica que nos impede de encarar novos desafios e melhorar nossa qualidade de vida. Se fizermos uma rápida reflexão, talvez percebamos o quanto retardamos nosso desenvolvimento pessoal e profissional por medo de algo que não nos é familiar. Sair da zona de conforto nos permite realizar coisas incríveis. Quando começamos a voar por conta própria e alcançamos novos rumos, nos tornamos arquiteto da nossa vida e o único responsável pela nossa felicidade. A seguir relaciono 05 bons motivos para você expandir sua zona de conforto:04 Aumento da Autoconfiança: Experimentamos um sentimento de realização, pois o novo nos permite ultrapassar aquilo que julgávamos ser nosso limite. A insegurança alimenta-se da não tentativa. Quando tomamos a decisão de tentar começamos a realizar tudo aquilo que, a princípio, tínhamos medo. Descoberta de novas habilidades: Todos nós possuímos habilidades e competências que estão adormecidas, aguardando o momento certo para se manifestarem. Nossa rotina impõe a lei do menos esforço e somente situações excepcionais exigem o nosso melhor. Aprender algo novo: Expandir a zona de conforto é um processo educativo e capacitador. Aprender algo novo requer determinado grau de esforço e dedicação. Tarefas e atividades desafiadoras nos preparam para encarar com mais confiança situações semelhantes no futuro. Novas oportunidades: Sair da zona de conforto é despertar o processo de mudança, e isso provavelmente aumentará a possibilidade de ficarmos expostos a novas possibilidades. É como se surgisse um mundo de possibilidades a nossa volta que ainda desconhecíamos. Fazer algo que a maioria não faz: Pessoas bem sucedidas sabem que segurança é uma ilusão e que para chegar aonde a maioria não chega, é preciso realizar o que a maioria não faz. Tentar algo novo nos beneficia com uma boa dose de criatividade e coragem. Espero que tenham gostado! Deixem seus comentários.

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