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Um dos principais desafios que temos é sabermos gerenciar nossa mente. Para que isso aconteça, devemos saber a diferença entre expectativas e metas. Muitas pessoas tem expectativas para 2018, mas, não metas. Uma meta é uma ” expectativa com pernas”, ou seja, deve ser possível ser alcançada e ser específica. Um dos primeiros passos para... Ver Mais

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Uma das principais perguntas dos profissionais é a seguinte: Como posso me preparar para o atual mercado de trabalho sem ser somente mais um? A resposta é: Você tem que buscar se diferenciar. Buscamos remuneração, qualidade de vida, aprendizado contínuo, oportunidade de crescer. Mas, como conseguir tudo isso? Como se diferenciar em um mercado tão competitivo? Sem dúvida, atualmente, esperam-se cada vez mais várias mudanças de emprego ao longo da nossa carreira. O mercado está cada vez mais competitivo e a melhor forma de lidar com a imprevisibilidade no futuro será investir no conhecimento. Contudo, hoje em dia, não basta somente ser qualificado, é preciso ser competente. Mas, o que são estes conceitos de qualificação e competência? Vamos recorrer à história, onde na França, no período de pós guerra surge o conceito de qualificação que determinava a padronização dos conteúdos da qualificação: a cada profissão, a cada posto de trabalho correspondia um nível escolar; uma vez adquiridos os conhecimentos dessa categoria profissional, o trabalhador poderia ali permanecer sem que lhe exigissem novas aprendizagens. Havia, assim, uma estável correspondência entre “nível de formação” e “nível de qualificação” que garantia aos trabalhadores uma carreira profissional sólida e previsível e permitia um planejamento educacional a partir da análise das ocupações. O sistema de qualificação é concebido em torno da noção de nível padrão homologada pelo diploma. Mas, será que atualmente o diploma é suficiente?  Por exemplo, será que algum de vocês já presenciou o fato de o primeiro lugar de uma turma de formados não conseguir emprego? Claro que não quero dizer que todo primeiro lugar não terá emprego, muitos são extremamente competentes, mas, o que falta para aquele que não consegue emprego apesar de ser “medalha de ouro” na faculdade? Seu diferencial no mercado está em buscar mais do que a qualificação.  Ter um diploma superior já não é mais diferencial.  O profissional precisa ser competente, ou seja, alinhar o conhecimento adquirido à habilidade que está relacionada à aplicação produtiva do conhecimento, ou seja, as empresas querem profissionais que saibam trabalhar em equipe, se comunicar, influenciar pessoas e tenham também atitude de comprometimento, engajamento com o trabalho, pois, a atitude diz respeito a um sentimento ou a predisposição da pessoa de querer fazer algo. Alinhar conhecimento, habilidade e atitude determina a competência de um profissional. Vale enfatizar que este processo é extremamente dinâmico. Com a velocidade de mudanças no mundo moderno, hoje você pode ser competente, mas, amanhã, pode não ser mais. O que precisamos fazer? Verifica-se no mercado que a maioria dos executivos continua investindo em estudos mesmo quando chegam em posições privilegiadas na carreira. O profissional que constantemente busca a atualização é bem visto pela empresa onde trabalha ou mesmo pelas que estão de olho no profissional que se destaca.  O que se verifica é que num momento de crescimento do Brasil, vemos uma situação dramática: as empresas precisam contratar, mas muitas vezes, os desempregados não têm preparo para ocupar os postos. Ou seja, falta gente competente!!!   No mercado atual, é importante perceber que sucesso não é a ausência de problemas, mas sim a capacidade de resolver estes problemas. Sucesso é competência aliada a consistência, por isso, todo profissional tem a obrigação de melhorar, sempre. blog Como profissional, ficar imaginando como seria bom ver seu sonho realizado não vai torná-lo realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada. Quem se limita ao dia-a-dia de trabalho dificilmente consegue manter-se antenado com as tendências de sua área. Essas pessoas acabam ficando muito funcionais, focadas apenas na execução.  Para você se diferenciar no mercado, trace planos de curto, médio e longo prazo, pense onde você quer estar daqui a 1, 2 ,5,10 anos e conduza sua vida profissional, pois, se você não souber onde quer chegar, vai acabar encontrando pessoas que vão te utilizar para atingir os objetivos delas.  Lembre-se que a velocidade só faz sentido se você estiver na direção certa. Seus planos devem ser claros, pois, existem 02 tipos de pessoas:

  •  As que sofrem por incompetência
  • As que sofrem por competência
As que sofrem por incompetência devem buscar desenvolver suas competências para permanecerem no mercado. E as que sofrem por competência? Eis uma grande habilidade do profissional moderno: saiba dizer não. Lembre-se que em determinados momentos, não é somente a empresa que te escolhe, mas você também pode escolher onde e como quer trabalhar, por isso, não queira ser tudo para todos. Você terá que dizer não para algumas possibilidades.  De maneira geral, o que fazer então para ser um profissional de destaque no mundo atual?
  • Capacidade para Aprender – será este o elemento chave da “sobrevivência” no mercado laboral. De acordo com o ilustre e já falecido Peter Drucker, o trabalhador do conhecimento terá ao longo da sua vida que gerir a si próprio e enfrentar várias mudanças ao longo da sua carreira.
  • Desenvolver e atualizar suas competências (não basta tê-las, é preciso que elas sejam percebidas).
  • Ampliar seus conhecimentos (Não apenas os técnicos)
  • Expandir sua rede de relacionamentos dentro e fora da empresa.
Todas as pessoas têm algo em comum: são todas diferentes. E se você quer ser “diferente” no mercado de trabalho, não esqueça de sempre atualizar suas competências.

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No mundo em que vivemos, nós não obtemos aquilo que me merecemos, obtemos aquilo que conseguimos negociar.   Negociação é qualquer processo de comunicação bilateral, ou seja, negociamos a todo momento, seja em casa, no trabalho, com amigos, a vida é uma negociação. A competência da negociação não se restringe unicamente a uma habilidade individual, mas, deve ser desenvolvida ao nível das equipes, da organização e do país como um todo, sob uma perspectiva sistêmica e estratégica. A pergunta que se faz é: Por que a negociação ainda é vista como um “jogo de esperteza”?  Muitas pessoas ou empresas acreditam que estão negociando, quando na verdade estão adotando táticas de guerrilha, de intimidação.  O grande problema é que um jogo somente de barganha, pode deixar ganhos potenciais na mesa de negociação. Isto pode colocar em risco a relação de negócios entre as partes, pode resultar em um acordo de perde-ganha, pode não atender aos interesses das partes e assim, prejudicar a continuidade do relacionamento. Em resumo, o negociador assertivo adota uma abordagem ganha-ganha, apresentando uma posição justa, transparente e de credibilidade. O ponto chave de discussão é que negociar é uma habilidade que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa. Ser um negociador assertivo é ser firme com o problema e ao mesmo tempo doce com as pessoas. Fácil adotar esta postura?  Basta treinar, treinar e treinar, pois, como qualquer coisa que você aprende, negociação é uma habilidade que pode ser desenvolvida. A análise dos cenários nos quais a negociação ocorre, do perfil dos negociadores e das informações fundamentais, tais como os interesses em jogo, e o uso do tempo e do poder, tornam-se poderosos recursos à mesa de negociação, aliados à utilização da comunicação assertiva verbal e não verbal e da capacidade de exercer influência através do processo da persuasão. Além disso, em seu repertório, o negociador deve dispor de estratégias para administrar conflitos, superar resistências e conciliar conflitos de interesses. Uma das maiores habilidades de um negociador é sua capacidade de fazer perguntas poderosas. O melhor negociador não é aquele que fala mais, é aquele que sabe fazer as melhores perguntas. Assim, entendemos que desenvolver habilidades de negociação é fundamental para qualquer pessoa, pois, obter uma relação duradoura é uma parte tão importante da negociação quanto obter um acordo satisfatório para todas as partes envolvidas no processo de negociação. Comunique-se de forma eficaz, escute ativamente e trabalhe lado à lado com a outra parte para que vocês cheguem, de forma criativa, à um acordo compensador para todas as partes envolvidas no processo de negociação. Lembre-se que não existe nem vitória nem derrota no ciclo da vida:  Existe movimento. E para que possamos nos movimentar de forma eficaz, a negociação é uma habilidade fundamental. blog

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Sessão Pressupostos da PNL Mapa não é território. Podemos observar algo sob diversos pontos de vista, por exemplo: podemos observar algo diretamente ou através de uma foto ou filmagem. A observação que é feita através da foto ou filmagem nunca poderá captar a totalidade do elemento que esta representa, caso contrário esta seria o próprio elemento. A partir desta observação, podemos concluir que a foto ou filmagem de qualquer coisa é uma representação imperfeita da mesma. Por esta razão, dizemos que o mapa não é o território. Da mesma forma, fazemos representações mentais do mundo, tiramos uma “foto mental”, temos a representação de algo parado, estático em nossa mente, ou mesmo podemos ver algo como uma cena, um filme em movimento. A interpretação que damos a estas imagens, chamamos de nossos mapas mentais e da mesma forma que em uma mapa de uma cidade, esta interpretação nunca poderá representar os acontecimentos com exatidão, pois nossos mapas mentais não representam o todo ali presente. Nossos mapas mentais são as sensações e interpretações que fazemos baseados em nossas vivencias passadas, nossas crenças e conjuntos de valores. Absorvemos o mundo através de nossos cinco sentidos: A visão, audição, tato, olfato e paladar. A partir daí, comparamos com nossas vivencias passadas, crenças e conjuntos de valores para dar significado a algo. Portanto, acabamos de dizer que o significado vem de dentro de cada indivíduo, de uma porção mínima que podemos captar e não de fora da realidade que não temos consciência. A realidade é construída individualmente por cada um e nunca saberemos qual é a verdadeira realidade. Somos muito limitados do ponto de vista da informação sensorial que podemos extrair do mundo, existe muito mais informação fora do que somos capazes de absorver. Vou dar um exemplo: Nossa mente consciente é capaz de captar somente 2.000 bits de informação por segundo de um total de 400 bilhões de bits de informação que é disponibilizada no ambiente. O restante, a mente consciente não é capaz de processar. Como podemos dizer sobre a realidade se captamos tão pouco do que existe fora? O fato de não sabermos a real realidade das coisas não significa que estejamos perdidos, mas ter um mapa que reflete com maior exatidão o mundo que vivemos nos proporcionará agir de forma mais assertiva, garantindo assim melhores resultados em nossas vidas. Podemos atualizar nosso “software mental” para conseguir mais resultados. É mais fácil atualizarmos nosso “software” ou nossos mapas mentais do que querer mudar o mundo. Portanto, se queremos interpretar as coisas com maior propriedade de como elas são, o que podemos fazer? Primeiro, aceitar que não vemos as coisas como elas são, este primeiro passo é fundamental. Se julgamos que nossas verdades representam a verdade do mundo ou que sabemos mais que os outros, estaremos cada vez mais longe de podermos ampliar nossa visão. Segundo, fazer perguntas inteligentes. Ex: Será que o que eu acabei de perceber reflete com certa exatidão a realidade? Quais são minhas crenças e valores que podem estar interferindo no meu processo de julgamento? O que mais pode ter ocorrido que me passou desapercebido? Quais suposições eu posso ter inferido que me fez criar uma realidade que não existiu? Saber fazer perguntas inteligentes é a chave para a sabedoria, elas levam a insights poderosos. Da mesma forma, se você se faz perguntas pouco inteligentes, vai obter respostas de mesmo nível. Tudo que você diz a você mesmo se torna sua realidade, e todas as perguntas que você se faz, são respondidas no mesmo nível. Portanto, muito cuidado com as perguntas que você se faz, pois, elas podem te dar respostas limitantes ou potencializadoras. A importância de se fazer boas perguntas será tema de outro artigo abordado mais ao fim desta sessão de Pressupostos da PNL.

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