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O que é a Programação Neurolinguística

programação neurolinguística para leigos

1

ago - 2017

por Marco Túlio Costa

O segredo do sucesso das empresas não está em renovar inteiramente a estrutura da organização, mas sim, em reprogramar de dentro para fora sua forma de pensar e suas atitudes. A Programação Neurolinguística, mais conhecida como PNL, surgiu na década de 70, tendo como precursores Richard Bandler e John Grinder, e nos permite reprogramar nossa maneira de pensar.

Bandler estudava matemática na universidade da Califórnia, em Santa Cruz, porém ele dedicava a maior parte do tempo para estudar computação. Mais tarde resolveu estudar Psicologia, inspirado por um amigo de família que conhecia vários terapeutas em destaque na época. Ele descobriu, após acompanhar mais detalhadamente o trabalho de alguns destes terapeutas, que copiando e reproduzindo seus padrões de comportamento era possível conseguir resultados positivos mesmo sem possuir uma qualificação como terapeuta. Também foi constatado que a mudança poderia ser gerada de forma rápida.

Grinder era professor de Linguística e possuía grandes habilidades. Seu interesse em Psicologia estava alinhado com o pressuposto básico da sua área de atuação, o de revelar o caminho oculto percorrido entre o pensamento e a ação.

Ambos tinham conhecimento em Psicologia, Linguística, Neurologia, dentre outros assuntos relacionados ao comportamento humano. Bandler com seu conhecimento em computação e experiência em copiar padrões de comportamento e Grinder com suas habilidades linguísticas decidiram fazer uma parceria para desenvolverem uma estratégia que pudesse resultar em mudanças.

O nome Programação Neurolinguística é derivado de três partes: a Programação (computação por parte de Bandler), que seria uma espécie de software mental, a maneira como organizamos nossos pensamentos e ações para a produção de resultados. A Linguística (por parte de Grinder) referindo-se à linguagem para estruturarmos nosso comportamento e comunicação com as pessoas. Neuro é referente à parte cerebral, podemos dizer que é o hardware que irá “rodar” o programa e permitir que a linguagem funcione, respondendo aos nossos processos neurológicos e como representamos o mundo através dos cinco sentidos.

O mecanismo primário de perceber o mundo são os nossos sentidos. Ao elaborar a representação final de um evento, o cérebro sofre a influência do estilo de percepção do indivíduo e privilegia um dos canais – visual, auditivo, cinestésico, olfativo ou gustativo.

O grande diferencial dos criadores da PNL em face de outros estudiosos de Psicologia da época foi a busca pela essência da mudança. Eles perceberam que pessoas com traumas, fobias, dentre outras dificuldades, relatavam seus problemas como se estivessem vivenciando naquele mesmo instante a situação. Já aquelas que haviam superado relatavam como se a experiência tivesse ocorrido com outra pessoa. Essa descoberta simples e ao mesmo tempo profunda indicava que a maneira como pensamos sobre a situação influencia na forma como vamos reagir, tornando-se um importante conceito para a PNL.

Bandler e Grinder estudaram diversos profissionais que eram capazes de gerar mudanças significativas em seus clientes para tentar descobrir quais eram as estratégias. Esse método usado por eles foi destacado como “modelagem”. Se alguém pode fazer determinado trabalho e conseguir resultados satisfatórios, então basta conhecer o “como” fazem para que outra pessoa também possa fazer. Essa ideia foi a base para uma investigação detalhada de três grandes nomes em geração de mudanças no comportamento humano: o psiquiatra alemão Fritz Perls, criador da Gestalt-Terapia, a terapeuta Virginia Satir, considerada uma das figuras mais importantes em métodos de terapia familiar, e Milton H. Erickson, reconhecido como o maior hipnotizador do mundo.

Dentre as várias definições de PNL, podemos resumir as seguintes:

  • Manual de uso do cérebro.
  • Um enfoque revolucionário de comunicação.
  • Neurologia, comunicação e comportamento.
  • Modificação da versão de software mental.
  • Mudar o que a pessoa sente através de palavras.
  • Dar às pessoas maior controle sobre sua mente.
  • Uma metodologia que ajuda os indivíduos a serem mais competentes no que fazem.

Espero que tenha te ajudado!
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