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Pressuposto da PNL “Mapa não é território”

5

ago - 2015

por Camila Alves

PRESSUPOSTOS DA PNL – MAPA NÃO É O TERRITÓRIO

O Mapa não é território

Podemos observar algo sob diversos pontos de vista, por exemplo: podemos observar algo diretamente ou através de uma foto ou filmagem. A observação que é feita através da foto ou filmagem nunca poderá captar a totalidade do elemento que esta representa, caso contrário esta seria o próprio elemento.

A partir desta observação, podemos concluir que a foto ou filmagem de qualquer coisa é uma representação imperfeita da mesma. Por esta razão, dizemos que o mapa não é o território.

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Da mesma forma, fazemos representações mentais do mundo, tiramos uma “foto mental”, temos a representação de algo parado, estático em nossa mente, ou mesmo podemos ver algo como uma cena, um filme em movimento.

A interpretação que damos a estas imagens, chamamos de nossos mapas mentais e da mesma forma que em uma mapa de uma cidade, esta interpretação nunca poderá representar os acontecimentos com exatidão, pois nossos mapas mentais não representam o todo ali presente.

MAPAS MENTAIS SÃO INTERPRETAÇÕES INDIVIDUAIS

Nossos mapas mentais são as sensações e interpretações que fazemos baseados em nossas vivencias passadas, nossas crenças e conjuntos de valores. Absorvemos o mundo através de nossos cinco sentidos: A visão, audição, tato, olfato e paladar. A partir daí, comparamos com nossas vivencias passadas, crenças e conjuntos de valores para dar significado a algo.

Portanto, acabamos de dizer que o significado vem de dentro de cada indivíduo, de uma porção mínima que podemos captar e não de fora da realidade que não temos consciência. A realidade é construída individualmente por cada um e nunca saberemos qual é a verdadeira realidade.

Somos muito limitados do ponto de vista da informação sensorial que podemos extrair do mundo, existe muito mais informação fora do que somos capazes de absorver. Vou dar um exemplo: Nossa mente consciente é capaz de captar somente 2.000 bits de informação por segundo de um total de 400 bilhões de bits de informação que é disponibilizada no ambiente. O restante, a mente consciente não é capaz de processar.

Como podemos dizer sobre a realidade se captamos tão pouco do que existe fora? O fato de não sabermos a real realidade das coisas não significa que estejamos perdidos, mas ter um mapa que reflete com maior exatidão o mundo que vivemos nos proporcionará agir de forma mais assertiva, garantindo assim melhores resultados em nossas vidas.

NOSSO “SOFTWARE” MENTAL

Podemos atualizar nosso “software mental” para conseguir mais resultados. É mais fácil atualizarmos nosso “software” ou nossos mapas mentais do que querer mudar o mundo. Portanto, se queremos interpretar as coisas com maior propriedade de como elas são, o que podemos fazer?

Primeiro, aceitar que não vemos as coisas como elas são, este primeiro passo é fundamental. Se julgamos que nossas verdades representam a verdade do mundo ou que sabemos mais que os outros, estaremos cada vez mais longe de podermos ampliar nossa visão.

COMO FAZER PERGUNTAS INTELIGENTES

Segundo, fazer perguntas inteligentes. Ex: Será que o que eu acabei de perceber reflete com certa exatidão a realidade? Quais são minhas crenças e valores que podem estar interferindo no meu processo de julgamento? O que mais pode ter ocorrido que me passou desapercebido? Quais suposições eu posso ter inferido que me fez criar uma realidade que não existiu?

Saber fazer perguntas inteligentes é a chave para a sabedoria, elas levam a insights poderosos. Da mesma forma, se você se faz perguntas pouco inteligentes, vai obter respostas de mesmo nível. Tudo que você diz a você mesmo se torna sua realidade, e todas as perguntas que você se faz, são respondidas no mesmo nível. Portanto, muito cuidado com as perguntas que você se faz, pois, elas podem te dar respostas limitantes ou potencializadoras.

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