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Um dos principais desafios que temos é sabermos gerenciar nossa mente. Para que isso aconteça, devemos saber a diferença entre expectativas e metas. Muitas pessoas tem expectativas para 2018, mas, não metas. Uma meta é uma ” expectativa com pernas”, ou seja, deve ser possível ser alcançada e ser específica. Um dos primeiros passos para... Ver Mais

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  Atualmente o termo Coaching é muito utilizado, mas pouco se explica sobre sua origem. Inicialmente o termo designava os cocheiros ingleses, que guiavam as carruagens, ainda na idade média. Interessante perceber o sentido originário que a palavra Coaching, derivada de cocheiros, tem de “guiar”, levar a algum lugar desejado. A utilização do termo ressurgiu, em 1850, também na Inglaterra, para se referir aos mestres e professores de universidades, especialmente àquelas figuras responsáveis pela orientação e tutela de alunos em suas provas, testes e trabalhos, conduzindo-os a resultados satisfatórios. Cem anos depois, o termo passou a ser utilizado na literatura de negócios, abordando nuances relativas ao gerenciamento de pessoas. Esse trabalho possibilitou o desenvolvimento de pessoas, a partir de habilidades comportamentais que agregam valor ao desempenho funcional. Em Nova Iorque, no ano de 1960, o Coaching ganha força nas empresas, especificamente o Life Coaching/Coaching de Vida. Um programa educacional foi desenvolvido e, a partir dos seus brilhantes resultados, foi levado para o Canadá e lá aperfeiçoado. Nesse momento passa-se a utilizar técnicas de controle de conflitos e a busca por resolução de problemas é um ponto importante do processo. Na década de 60 foi criado o Instituto Esalen. Lá criaram e estudaram várias técnicas de desenvolvimento humano. Esse Instituto é considerado ainda hoje o lar espiritual do movimento pelo potencial humano. O Esalen incentiva todo tipo de prática, atividade, estudos e conhecimentos que possam desenvolver pessoas e recebe estudantes, artistas, cientistas e religiosos em seus projetos e programas de pesquisa. O intuito é facilitar a transformação pessoal e social. Aqui ainda não se usava o termo para o meio esportivo, mas sabe-se que essa já era uma realidade. Autores como Timothy Gallwey citam o Coaching Esportivo (originado no tênis e no esqui) explicando a forma como os técnicos designavam o oponente do esportista na competição. Percebia-se que o grande trabalho não era avaliar a habilidade e fraqueza do outro, mas as do próprio atleta, que precisaria conhecer seus pontos para melhor trabalha-los, buscando potencializar seu desempenho. Para os brasileiros o termo chegou associado aos esportes, em 1970. Ainda hoje são utilizadas práticas e técnicas deste setor, num conjunto de estudos e ferramentas que são amplamente proveitosas para melhorar performances individuais, no alcance do sucesso almejado. É por essa importante característica que hoje o Coaching tem força nas grandes organizações mundiais:  Desenvolvimento de metas, solução de problemas e alto desempenho de indivíduos e equipes. No início dos anos 80 as empresas perceberam a importância que o Coaching tinha, bem como a eficiência de seus resultados, e o fortalecimento desse trabalho deu-se de forma significativa. Foi então que surgiram trabalhos de Coaching Executivo nos programas de negócios e liderança, se estabilizando como ferramenta potencial no desenvolvimento de pessoas e profissionais. Coaching é, portanto, um processo objetivo que tem por finalidade auxiliar o indivíduo ou grupo de pessoas a alcançarem suas metas a partir do alto desempenho. E, sem dúvida, um trabalho muito elogiado pelas pessoas que já participaram dessa atividade devido aos resultados otimizados e satisfatórios. Deixe sua experiência com o Coaching nos comentários!

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Passamos a maior parte do tempo em um estado estável, fazendo as coisas da mesma forma dia após dia. Nossa estrutura cerebral nos empurra para esta rotina, pois assim nos sentimentos confortáveis e emocionalmente seguros. Algumas pessoas pensam que a zona de conforto é composta somente por situações agradáveis, que nos geram sentimentos de prazer e felicidade, mas isso não é verdade. Ao contrário do que alguns pensam, a zona de conforto é composta por todas as situações que estamos acostumadas, sejam elas boas ou ruins. Ao longo da vida surgem diversas oportunidades nas quais abrimos mão pelo receio de abandonarmos nossa zona de conforto e pelo medo de enfrentar o novo. A fronteira da zona de conforto é como uma barreira psicológica que nos impede de encarar novos desafios e melhorar nossa qualidade de vida. Se fizermos uma rápida reflexão, talvez percebamos o quanto retardamos nosso desenvolvimento pessoal e profissional por medo de algo que não nos é familiar. Sair da zona de conforto nos permite realizar coisas incríveis. Quando começamos a voar por conta própria e alcançamos novos rumos, nos tornamos arquiteto da nossa vida e o único responsável pela nossa felicidade. A seguir relaciono 05 bons motivos para você expandir sua zona de conforto:04 Aumento da Autoconfiança: Experimentamos um sentimento de realização, pois o novo nos permite ultrapassar aquilo que julgávamos ser nosso limite. A insegurança alimenta-se da não tentativa. Quando tomamos a decisão de tentar começamos a realizar tudo aquilo que, a princípio, tínhamos medo. Descoberta de novas habilidades: Todos nós possuímos habilidades e competências que estão adormecidas, aguardando o momento certo para se manifestarem. Nossa rotina impõe a lei do menos esforço e somente situações excepcionais exigem o nosso melhor. Aprender algo novo: Expandir a zona de conforto é um processo educativo e capacitador. Aprender algo novo requer determinado grau de esforço e dedicação. Tarefas e atividades desafiadoras nos preparam para encarar com mais confiança situações semelhantes no futuro. Novas oportunidades: Sair da zona de conforto é despertar o processo de mudança, e isso provavelmente aumentará a possibilidade de ficarmos expostos a novas possibilidades. É como se surgisse um mundo de possibilidades a nossa volta que ainda desconhecíamos. Fazer algo que a maioria não faz: Pessoas bem sucedidas sabem que segurança é uma ilusão e que para chegar aonde a maioria não chega, é preciso realizar o que a maioria não faz. Tentar algo novo nos beneficia com uma boa dose de criatividade e coragem. Espero que tenham gostado! Deixem seus comentários.

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Considerando que o estresse pode ser caracterizado pelo conjunto de respostas que o organismo estabelece após ser submetido a uma situação que exige um esforço para o seu ajustamento. A todo o momento precisamos realizar movimentos para nos adaptar a diversas situações e nos ajustar às mais diferentes exigências do mundo externo e interno, ou seja, sentimentos, desejos, expectativas, imagens. Devido a esses fatos, existem duas situações essenciais: A primeira é o estímulo que causa o estresse, que podemos chamá-lo de estímulo estressor ou só estressor e, por outro lado, a resposta adaptativa do indivíduo a esse estímulo estressor for inadequada, pode desencadear vários sintomas, entre eles, algumas doenças.     Mas o estresse não está relacionado só de forma negativa, o sujeito precisa do estresse para se tornar criativo e produtivo, pois não vive sem estresse, isso poderia ser negativa, tanto a pessoa que vive com pouco estresse quanto à pessoa que vive com o excesso. O ideal seria encontrar o equilíbrio.     Os estressores podem surgir de várias maneiras:

  • No meio externo: sentir frio ou calor e condições de insalubridade ou seja as situações nocivas à saúde física;
  • Em nosso meio social, como o trabalho e faculdade;
  • No nosso mundo interno (angústia, medo, alegria);
Sendo assim, não podemos definir o estresse só como estímulo ou resposta, é necessário utilizar o modelo relacional, ou seja, não podemos estudar só o estímulo estressor e a resposta biológica a ele, mas temos que entender a resposta de cada indivíduo e o tipo de ambiente no que ele está inserido. As reações psicológicas ao estresse podem gerar vários sintomas no indivíduo, e entre eles a ansiedade é o fator mais comum, que pode ser entendida como emoções desagradáveis, como apreensão, tensão e medo.     Outra reação que é comum a uma situação de estresse é a raiva, que pode gerar a agressão; muitos sujeitos que são submetidos a um fator de estresse se tornam agressivos, devidos a sentimentos de frustração, injustiça e injúria. Temos que considerar a apatia e depressão; quando o sujeito não consegue enfrentar as condições de estresse, ele pode ficar apático, chegando à depressão profunda, além das relações emocionais apontadas anteriormente, o sujeito que frequentemente enfrenta fatores de estresses sérios, mostra um prejuízo cognitivo que pode vir de duas fontes, altos níveis de excitação emocional, como ansiedade, raiva, depressão, pensamentos distraídos, que são gerados depois que o sujeito é confrontado com uma situação de estresse.     Esses fatores podem causar sérios prejuízos cognitivos, que limitam o sujeito a um padrão de comportamento, porque ele não consegue adotar padrões alternativos.      O corpo reage de várias formas à adaptação contínua de um fator de estresse. Com isso, o organismo esgota todos os recursos, tornando-se mais vulnerável às doenças. O estresse crônico pode ocasionar vários transtornos físicos, como úlceras, alta pressão sanguínea, doenças cardíacas e pode ocasionar, também, uma baixa no sistema imunológico, causando, assim, uma incapacidade do organismo em combater as bactérias e vírus invasores. Os médicos estimam que metade das doenças seja ocasionada pelo estresse emocional. O organismo em constante exposição ao estresse pode ter uma resposta fisiológica negativa sobre a saúde física e psicológica do indivíduo. O excesso de excitação no sistema nervoso simpático ou sistema adrenal-cortical em longo prazo pode causar danos às artérias e sistemas orgânicos. Assim, a grande excitação causada pelo estresse crônico pode contribuir com as doenças coronarianas. Outro fator que pode ocorrer quando o sujeito vive sob uma grande carga de estresse é afetar a capacidade do sistema imunológico de defender o corpo, podendo causar uma baixa dos linfócitos, deixam o nosso organismo mais propenso a doenças infecciosas como alergias, cânceres e transtornos autoimunes (artrite, reumatoide). A Programação Neurolinguística é o tripé entre mente e corpo conectados através da linguagem, sendo assim ajuda a potencializar alguns comportamentos e a reprogramar outros. Ela trata a forma como organizamos o que vemos através dos nossos sentidos, examina a maneira como descrevemos o que vimos em nossa mente através da linguagem e observa como agimos intencionalmente ou não para produzir resultados. A linguagem que temos com nós mesmo impacta na nossa mente e no corpo.       O estresse pode ocasionar diversos sentimentos ruins e até alguns sintomas físicos, seria bom imaginarmos uma boa solução para esses problemas e isso é possível, pois podemos utilizar de ferramentas poderosas que a PNL pode nos proporcionar. Podemos ressignificar nossas crenças limitantes que faz parte dos nossos diálogos internos e afeta nossa comunicação externa. Crenças é tudo que acreditamos ser verdade e vem das nossas experiências vividas e quais significados dão a elas. Quando algum pensamento negativo vier a sua cabeça, lembre-se que é somente uma crença limitante que tem como base algum fato vivenciado em eventos passados gerando assim algum resultado futuro limitando assim suas ações. Cuidado ao falar, pois você pode criar uma crença. E você pode pensar que são apenas palavras e que não tem nem um significado, isso é um engano, pois palavras são extensões de nossos pensamentos impactando não só sua vida como de pessoas próximas a você.   Foque que é possível realizar as mudanças necessárias, pois o foco está direcionado ao que realmente acredita. Nosso corpo reagirá de acordo com que acreditamos sendo assim onde tiver dificuldade, ele de algum modo irá visualizar novos caminhos até realizar o que foi proposto. Se o estresse for tratado de forma efetiva ele poderá se transformar em energia boa que poderá impulsionar para algo que realmente lhe trará coisas positivas. Então acredite que sempre existem formas para conseguirmos o que desejamos mesmo que no momento não tenhamos os recursos necessários, ao menos você saberá formas para acessá - los. “Seja a mudança que você deseja ver no mundo” (Gandhi)  

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É qualquer gatilho que controla um estado emocional. As âncoras servem para que nossas emoções não fiquem a deriva. Utilizamos âncoras conscientes e inconscientes a todo momento.     Vamos fazer uma analogia para que possamos entender melhor: Um barco navega livremente em mar aberto e se desloca pela água. Vai em direção a seu destino. Se em algum momento, sua âncora é lançada ao mar, isso reduz sua velocidade. A âncora dispara um comportamento ou uma sensação. Sob o ponto de vista cientifico, uma âncora é uma relação estimulo- resposta ( Pavlov) ou uma relação causa e efeito. Vamos explicar a origem das âncoras com base na psicologia comportamental: O condicionamento clássico (ou condicionamento pavloviano ou condicionamento respondente) é um processo que descreve a gênese e a modificação de alguns comportamentos com base nos efeitos do binômio estímulo-resposta sobre o sistema nervoso central dos seres vivos. O termo condicionamento clássico encontra-se historicamente vinculado à "psicologia da aprendizagem" ou ao "comportamentalismo" (Behaviorismo) de John B. Watson, Ivan Pavlov e Frederic Skinner.   ancora02   A experiência que elucidou a existência do condicionamento clássico envolveu a salivação condicionada dos cães do fisiólogo russo Ivan Pavlov. Num estudo sobre a ação de enzimas no estômago dos animais (que lhe dera um Prêmio Nobel), interessou-se pela salivação que surgia nos cães sem a presença da comida. Pavlov queria elucidar como os reflexos condicionados eram adquiridos. Os cães  salivam naturalmente por comida; assim, Pavlov chamou à correlação entre o estímulo incondicionado (comida) e a resposta incondicionado (salivação) de reflexo incondicionado. Ex: Música, perfume, propaganda, um gesto de socar o ar, cheiro de hospital, gosto de café são âncoras cinestésicas   ancora04   Como as âncoras correspondem a qualquer relação estímulo resposta, devemos ter atenção e avaliarmos nossas âncoras negativas ou positivas. Por exemplo: Ex: Uma mulher que ao utilizar salto alto se sente mais segura   ancora03 Ex: Um lugar da casa em que você se sente bem   ancora003   Ex: Uma pessoa é incapaz de voar em um avião porque em algum momento teve uma experiência negativa Ex: Incapaz de ter uma relação estável, porque sofreu em uma relação anterior Ex: Um esportista que utiliza um gesto para sentir-se mais motivado Ex: Uma música que ao ouvir te trás felicidade Ex: Uma frase ou texto que te deixa feliz Ex: Um objeto que ao segurá-lo de trás a sensação de segurança Percebem como utilizamos âncoras a todo momento? Pense nas âncoras que você utiliza em sua vida. Cuidados com as negativas e potencialize as positivas. Fica a dica!   Botao-BLOG  

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