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palestras gratuitas de coaching em bh

PALESTRA GRATUITA DE COACHING EM BH PALESTRA GRATUITA DE COACHING EM BH, promovida mensalmente pelo INEMP – o primeiro evento aconteceu em Janeiro de 2018. Estas palestras grátis de Coaching acontecem em hotéis sempre com o intuito de transmitir conteúdos práticos e resultados claros. A metodologia do INEMP (Instituto de Neurolinguística Empresarial) tem como primeiro a... Ver Mais

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As instituições de saúde oferecem serviços que são consumidos no ato de sua produção, ou seja, no momento da assistência, seja ela individual ou coletiva. Essas instituições possuem características particulares e uma maior complexidade, pois lidam como usuário com o objeto humano dentro do processo de saúde-doença. Os serviços prestados caracterizam-se por atividades distintas prestadas por agentes de uma equipe multiprofissional (enfermeiros, médicos, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, dentre outros), podendo ser executadas de forma fragmentada ou de forma articulada, favorecendo uma assistência integral e de qualidade. Os líderes dessas instituições são confrontados com exigências cada vez maiores nos mais diversos níveis, tais como a prestação de uma assistência de qualidade, a gestão direta de sua equipe, o desafio de motivar e reverter insatisfações dos profissionais em cenários onde há poucos recursos, a promoção de um relacionamento saudável e colaborativo entre as equipes multiprofissionais, gerar resultados a curto, médico e longo prazo, conhecer e atender as expectativas do cliente, família e sociedade. Devido a grande exigência de conhecimento técnico na prestação da assistência ao cliente, grande parte dos profissionais da área sentem-se mais à vontade e dedicam-se mais as tarefas técnicas do que com as atividades que envolvem a gestão de pessoas. Como consequência desta situação temos gestores exercendo sua liderança mais como chefes que como líderes, com grande competência técnica, porém com uma deficiência de gestão refletida na equipe. Atualmente é reconhecido que a chave do sucesso e competência das empresas está no comportamento humano. Empresas que sabem lidar bem com pessoas e equipes conseguem atingir excelentes resultados, associados a um ambiente de trabalho saudável, onde os colaboradores gostam de trabalhar e desempenham suas atividades com motivação, trabalho em equipe, flexibilidade e inovação. Dentro deste contexto pode-se concluir que tratar bem as pessoas é um inteligente negócio. Pode ser que você tenha identificado situações semelhantes na realidade de sua empresa e caso tenha, está na hora de agir, impedindo assim um desgaste irreversível do capital humano. Melhorar as habilidades de liderança, equipe e comunicação é o caminho mais curto e sólido para o desenvolvimento da empresa e de seus colaboradores. Deixei sua dúvida ou comentário abaixo! Iremos responder com muito prazer.

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Quando abordamos o Coaching e o mentoring, falamos de um processo de mudança para um profissional de alta performance. Ser um profissional de alta performance envolve lidar bem com processos + pessoas e estar expandindo sua zona de conforto a todo momento. O Coaching está mais ligado a processos de gestão e resultados e o mentoring mais ligado à liderança (pessoas). Se o Coaching é um processo de orientação direta ligado a determinada meta, o mentoring trabalha o desenvolvimento do imenso potencial de cada pessoa. Estamos falando de um processo de mudança através do Coaching e do mentoring e a pergunta é: Como a programação neurolinguística pode ajudar neste processo de mudança? A Programação Neurolinguística, mais conhecida como PNL, surgiu na década de 70, tendo como precursores Richard Bandler e John Grinder. Bandler estudava matemática na universidade da Califórnia em Santa Cruz, porém dedicava a maior parte do tempo a estudar computação. Mais tarde resolveu estudar psicologia, inspirado por um amigo de família que conhecia vários terapeutas em destaque na época. Ele descobriu, após acompanhar mais detalhadamente o trabalho de alguns destes terapeutas, que copiando e reproduzindo seus padrões de comportamento, era possível conseguir resultados positivos mesmo sem possuir uma qualificação como terapeuta. Também foi constatado que a mudança poderia ser gerada de forma rápida. Grinder era professor de linguística e seu interesse em psicologia estava alinhado com o pressuposto básico da sua área de atuação: o de revelar o caminho oculto percorrido entre o pensamento e a ação. Ambos tinham conhecimento em psicologia, linguística, neurologia, dentre outros assuntos relacionados ao comportamento humano. Bandler, com seu conhecimento em computação e experiência em modelar padrões de comportamento e Grinder, com suas habilidades linguísticas. Decidiram fazer uma parceria para desenvolver um modelo de linguagem que pudesse resultar em mudanças. Há quem diga que John Grinder e Richard Bandler, fundadores da PNL, isolaram-se em uma cabana nas montanhas da Califórnia e fizeram-se a seguinte pergunta: “Como devemos chamar esse trabalho?” John Grinder é lingüista. Richard Bandler, na época, era programador e matemático. Os dois vinham estudando o funcionamento da mente. Conseqüentemente, pensaram no nome Programação Neurolingüística, uma integração de todos esses elementos. Dentre as várias definições de PNL que conheço, gosto de algumas, tais como:

  • Reprogramar de dentro para fora sua forma de pensar e suas atitudes.
  • Mudar o que as pessoas sentem através das palavras.
  • Dar as pessoas maior controle sobre suas mentes
  • É o manual de funcionamento do cérebro
  • Permite uma reengenharia do ser humano
Muitas programações no nosso cérebro nos limitam, pois, nós sentimos o que pensamos. Se queremos verdadeiramente uma mudança, precisamos mudar nosso diálogo interno. Quem é a pessoa com quem mais conversamos durante o dia? Nós mesmos. Já percebeu que algumas pessoas possuem uma voz interior que as faz lembrar de momentos ruins? Se isto ocorre, mude a qualidade de sua voz interior. Imagine como se fosse o pato Donald falando com você, ou um comentarista esportivo, por exemplo. A voz interior perde sua credibilidade. O truque é o seguinte: Mude as imagens na sua mente e a maneira como você fala consigo mesmo para que se sinta bem. Algumas pessoas adquirem a habilidade de armazenar lembranças que as levam à depressão, raiva ou outros sentimentos negativos. Por que escolhê-las quando você poderia escolher o prazer e a paz? O mesmo se aplica ao futuro. Por que se preocupar ou se frustrar com algo que ainda não aconteceu quando você poderia se sentir confiante e confortável? Você poderia optar por manter parte da preocupação sob a forma de interesse. Na verdade, você escolhe o estado desejado, em vez de ser escolhido por ele. Todos os nossos sentimentos estão baseados nas imagens que focalizamos na mente, e nos sons e sensações que vinculamos a essas imagens específicas. À medida que mudamos as imagens e sons, mudamos como nos sentimos a respeito. Se estamos falando sobre mudança, precisamos também entender como nossas crenças possuem um papel fundamental em nossa vida.  Você deve acreditar que pode mudar ! Como não podemos a cada manhã enfrentarmos o mundo sem algum tipo de certeza, as crenças proporcionam esta certeza. São dois componentes intimamente ligados: Uma idéia e um sentimento de certeza que acompanha esta idéia. E uma convicção muito forte sobre determinada questão. Dessa forma suas crenças agem como profecias que se concretizam. Você age de forma a provar a si mesmo a validade e o valor de suas crenças. Portanto, se suas crenças forem limitadoras, você limitará seu desempenho, provando ser verdadeira a crença. Com o passar do tempo, as crenças tornam-se cada vez mais arraigadas à medida que você continua a vivê- las a cada dia. Observe que as crenças condicionam nossa comunicação interna. Posso citar uma história em que dois amigos estão no ônibus e de repente uma pedra é atirada de fora e atinge um deles. O primeiro sujeito que não foi atingido diz: “Não temos sorte mesmo, estamos atrasados para o trabalho e ainda acontece isso”. O segundo sujeito, com um sorriso no rosto diz: “Sorte que consegui cabecear a pedra e salvar aquela velhinha que está do nosso lado, sou um herói”. A maneira como você interpreta a situação é decorrente a sua estrutura interna, e esta determinará qual será a reação gerada. Não decidimos no que vamos acreditar, pois este processo é realizado através de experiências que desencadeiam benefícios ou prejuízos. Não possuímos um filtro que possa classificar “isso é bom de acreditar” ou “isso não é bom de acreditar”, o que acontece ao nosso redor é apenas registrado e armazenado na memória. Não há um limite de quantas experiências formarão uma crença, mas sim, da intensidade emocional que será experimentada. Por exemplo, se andar dez vezes de patins sem cair, irá criar a crença que não irá cair, porém, se sofrer um queda grave na décima primeira, a crença mais forte que estará presente quando tentar novamente será a de que vai cair. Você lembra do que queria ser quando era criança? O que dizia aos seus amigos, pais, avós? Nada parecia impossível, na realidade, não era porque você não conhecia essa palavra. Seus sonhos eram sustentados por uma crença tão intensa que contagiava os adultos que estavam ao seu redor, pois talvez, eles viam em você uma pequena amostra do que um dia foram. Mas, o que acontece com algumas pessoas? Por algum motivo, à medida que foram crescendo, estes sonhos começaram a ficar com menos brilho, menos força, até ficarem guardados em um pequeno lugar dentro da memória. O espaço daquele sonho foi ocupado com “realidades” que lhe diziam que nada daquilo era possível, que não conseguiria realizar seus objetivos, que era difícil, e o mais triste e que algumas pessoas acreditaram nisso tudo sem questionar. Então, estas pessoas passam a aceitar a vida empobrecida que conseguiram, achando que tudo aquilo era o máximo que poderiam ter. A simplicidade daquela criança foi trocada pela complicação de um homem adulto. É adequado citar a frase de Albert Schweitzer “a tragédia de um homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo”. Você mora na cidade que desejou? Tem o trabalho que sonhou? Digamos que sua resposta seja “não”, mas o que deu errado? Muitos fatores podem ter influenciado para chegar onde está hoje, porém, a falta de acreditar que conseguiria foi um dos fatores mais importantes para esse resultado. Muitos dos seus sonhos ainda existem, porém não há crença suficiente que possam sustentá-los. Sempre existe uma forma para conseguirmos o que desejamos, se você não tem os recursos no momento, pode pelo menos, conhecer as formas para poder acessá-los. Lembre-se de como era seu pensamento quando acreditava em algo que hoje não acredita, como era seu comportamento, o ambiente em que vivia, as coisas que superava, etc. Reviva essa lembrança para poder reviver sua crença, pois como diria Chico Xavier “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Nosso cérebro é algo tão maravilhoso e até o momento não sabemos ao certo como funciona. No entanto, estamos descobrindo aos poucos como essa fantástica máquina pode produzir resultados extraordinários quando o guiamos de maneira correta. O segredo da mudança não está em querer renovar inteiramente a estrutura da organização ou mudar as pessoas que nos cercam, mas, sim em reprogramar de dentro para fora nossa forma de pensar e nossas atitudes. O sucesso vem de dentro e nossa real mudança é saber que seu cérebro, seu modo de pensar e de encarar a vida dependem, exclusivamente, de você.

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Uma das principais perguntas dos profissionais é a seguinte: Como posso me preparar para o atual mercado de trabalho sem ser somente mais um? A resposta é: Você tem que buscar se diferenciar. Buscamos remuneração, qualidade de vida, aprendizado contínuo, oportunidade de crescer. Mas, como conseguir tudo isso? Como se diferenciar em um mercado tão competitivo? Sem dúvida, atualmente, esperam-se cada vez mais várias mudanças de emprego ao longo da nossa carreira. O mercado está cada vez mais competitivo e a melhor forma de lidar com a imprevisibilidade no futuro será investir no conhecimento. Contudo, hoje em dia, não basta somente ser qualificado, é preciso ser competente. Mas, o que são estes conceitos de qualificação e competência? Vamos recorrer à história, onde na França, no período de pós guerra surge o conceito de qualificação que determinava a padronização dos conteúdos da qualificação: a cada profissão, a cada posto de trabalho correspondia um nível escolar; uma vez adquiridos os conhecimentos dessa categoria profissional, o trabalhador poderia ali permanecer sem que lhe exigissem novas aprendizagens. Havia, assim, uma estável correspondência entre “nível de formação” e “nível de qualificação” que garantia aos trabalhadores uma carreira profissional sólida e previsível e permitia um planejamento educacional a partir da análise das ocupações. O sistema de qualificação é concebido em torno da noção de nível padrão homologada pelo diploma. Mas, será que atualmente o diploma é suficiente?  Por exemplo, será que algum de vocês já presenciou o fato de o primeiro lugar de uma turma de formados não conseguir emprego? Claro que não quero dizer que todo primeiro lugar não terá emprego, muitos são extremamente competentes, mas, o que falta para aquele que não consegue emprego apesar de ser “medalha de ouro” na faculdade? Seu diferencial no mercado está em buscar mais do que a qualificação.  Ter um diploma superior já não é mais diferencial.  O profissional precisa ser competente, ou seja, alinhar o conhecimento adquirido à habilidade que está relacionada à aplicação produtiva do conhecimento, ou seja, as empresas querem profissionais que saibam trabalhar em equipe, se comunicar, influenciar pessoas e tenham também atitude de comprometimento, engajamento com o trabalho, pois, a atitude diz respeito a um sentimento ou a predisposição da pessoa de querer fazer algo. Alinhar conhecimento, habilidade e atitude determina a competência de um profissional. Vale enfatizar que este processo é extremamente dinâmico. Com a velocidade de mudanças no mundo moderno, hoje você pode ser competente, mas, amanhã, pode não ser mais. O que precisamos fazer? Verifica-se no mercado que a maioria dos executivos continua investindo em estudos mesmo quando chegam em posições privilegiadas na carreira. O profissional que constantemente busca a atualização é bem visto pela empresa onde trabalha ou mesmo pelas que estão de olho no profissional que se destaca.  O que se verifica é que num momento de crescimento do Brasil, vemos uma situação dramática: as empresas precisam contratar, mas muitas vezes, os desempregados não têm preparo para ocupar os postos. Ou seja, falta gente competente!!!   No mercado atual, é importante perceber que sucesso não é a ausência de problemas, mas sim a capacidade de resolver estes problemas. Sucesso é competência aliada a consistência, por isso, todo profissional tem a obrigação de melhorar, sempre. blog Como profissional, ficar imaginando como seria bom ver seu sonho realizado não vai torná-lo realidade. Planejar e cumprir o passo-a-passo é que permitirá o sucesso da empreitada. Quem se limita ao dia-a-dia de trabalho dificilmente consegue manter-se antenado com as tendências de sua área. Essas pessoas acabam ficando muito funcionais, focadas apenas na execução.  Para você se diferenciar no mercado, trace planos de curto, médio e longo prazo, pense onde você quer estar daqui a 1, 2 ,5,10 anos e conduza sua vida profissional, pois, se você não souber onde quer chegar, vai acabar encontrando pessoas que vão te utilizar para atingir os objetivos delas.  Lembre-se que a velocidade só faz sentido se você estiver na direção certa. Seus planos devem ser claros, pois, existem 02 tipos de pessoas:

  •  As que sofrem por incompetência
  • As que sofrem por competência
As que sofrem por incompetência devem buscar desenvolver suas competências para permanecerem no mercado. E as que sofrem por competência? Eis uma grande habilidade do profissional moderno: saiba dizer não. Lembre-se que em determinados momentos, não é somente a empresa que te escolhe, mas você também pode escolher onde e como quer trabalhar, por isso, não queira ser tudo para todos. Você terá que dizer não para algumas possibilidades.  De maneira geral, o que fazer então para ser um profissional de destaque no mundo atual?
  • Capacidade para Aprender – será este o elemento chave da “sobrevivência” no mercado laboral. De acordo com o ilustre e já falecido Peter Drucker, o trabalhador do conhecimento terá ao longo da sua vida que gerir a si próprio e enfrentar várias mudanças ao longo da sua carreira.
  • Desenvolver e atualizar suas competências (não basta tê-las, é preciso que elas sejam percebidas).
  • Ampliar seus conhecimentos (Não apenas os técnicos)
  • Expandir sua rede de relacionamentos dentro e fora da empresa.
Todas as pessoas têm algo em comum: são todas diferentes. E se você quer ser “diferente” no mercado de trabalho, não esqueça de sempre atualizar suas competências.

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No mundo em que vivemos, nós não obtemos aquilo que me merecemos, obtemos aquilo que conseguimos negociar.   Negociação é qualquer processo de comunicação bilateral, ou seja, negociamos a todo momento, seja em casa, no trabalho, com amigos, a vida é uma negociação. A competência da negociação não se restringe unicamente a uma habilidade individual, mas, deve ser desenvolvida ao nível das equipes, da organização e do país como um todo, sob uma perspectiva sistêmica e estratégica. A pergunta que se faz é: Por que a negociação ainda é vista como um “jogo de esperteza”?  Muitas pessoas ou empresas acreditam que estão negociando, quando na verdade estão adotando táticas de guerrilha, de intimidação.  O grande problema é que um jogo somente de barganha, pode deixar ganhos potenciais na mesa de negociação. Isto pode colocar em risco a relação de negócios entre as partes, pode resultar em um acordo de perde-ganha, pode não atender aos interesses das partes e assim, prejudicar a continuidade do relacionamento. Em resumo, o negociador assertivo adota uma abordagem ganha-ganha, apresentando uma posição justa, transparente e de credibilidade. O ponto chave de discussão é que negociar é uma habilidade que pode ser desenvolvida por qualquer pessoa. Ser um negociador assertivo é ser firme com o problema e ao mesmo tempo doce com as pessoas. Fácil adotar esta postura?  Basta treinar, treinar e treinar, pois, como qualquer coisa que você aprende, negociação é uma habilidade que pode ser desenvolvida. A análise dos cenários nos quais a negociação ocorre, do perfil dos negociadores e das informações fundamentais, tais como os interesses em jogo, e o uso do tempo e do poder, tornam-se poderosos recursos à mesa de negociação, aliados à utilização da comunicação assertiva verbal e não verbal e da capacidade de exercer influência através do processo da persuasão. Além disso, em seu repertório, o negociador deve dispor de estratégias para administrar conflitos, superar resistências e conciliar conflitos de interesses. Uma das maiores habilidades de um negociador é sua capacidade de fazer perguntas poderosas. O melhor negociador não é aquele que fala mais, é aquele que sabe fazer as melhores perguntas. Assim, entendemos que desenvolver habilidades de negociação é fundamental para qualquer pessoa, pois, obter uma relação duradoura é uma parte tão importante da negociação quanto obter um acordo satisfatório para todas as partes envolvidas no processo de negociação. Comunique-se de forma eficaz, escute ativamente e trabalhe lado à lado com a outra parte para que vocês cheguem, de forma criativa, à um acordo compensador para todas as partes envolvidas no processo de negociação. Lembre-se que não existe nem vitória nem derrota no ciclo da vida:  Existe movimento. E para que possamos nos movimentar de forma eficaz, a negociação é uma habilidade fundamental. blog

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